Falha em sistema de contatos deixou Gmail inacessível

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Blog oficial divulgou, sem dar detalhes, a causa do problema.
Na noite de segunda, muitos usuários não conseguiram acessar suas contas de e-mail.

Um post publicado no blog oficial do Gmail explica que uma “interrupção temporária no sistema de contatos” impediu o funcionamento do serviço de e-mail do Google na noite desta segunda-feira (11). “Muitos de vocês tiveram problemas para acessar suas contas durante algumas horas e nos desculpamos por isso”, escreveu a empresa, que não deu mais detalhes sobre as causas da falha. O serviço voltou a funcionar normalmente.

Por volta das 18h, horário de Brasília, muitos dos usuários que tentaram acessar seus e-mails encontraram a seguinte mensagem: “erro temporário (502). Desculpe, mas sua conta do Gmail está apresentando erros no momento. Você não poderá usar sua conta enquanto esses erros estiverem ocorrendo, mas não se preocupe. Os dados e as mensagens da sua conta estarão seguros.”

A equipe responsável pelo Gmail também divulgou nota em seu grupo oficial de discussão, dizendo que a empresa já estava tentando encontrar a solução para o problema. Por volta das 20h, o Google anunciou oficialmente ter corrigido a falha.

Até no Twitter

No post que explica a causa do problema, o Google afirmou ter ouvido de maneira “alta e clara” o quanto as pessoas se preocupam com suas contas no Gmail. “Acompanhamos todas as mensagens enviadas ao nosso suporte e grupo de usuários [...] e vimos muitos posts no Twitter”, escreveu a empresa no texto intitulado “We feel your pain, and we’re sorry” (“sentimos sua dor e pedimos desculpas”, em tradução livre”).

No mesmo texto, o time do Gmail diz que geralmente não escreve sobre falhas em seus blog oficial. No entanto, abriu uma exceção porque, nesse caso, muitas pessoas foram afetadas.

Lançado anos após os serviços dos concorrentes, em 2004, o Gmail tornou-se um dos serviços de e-mail de maior sucesso da rede por ter sido o primeiro a oferecer gratuitamente 1 GB para armazenamento. Desde então, Microsoft e Yahoo (donos do Hotmail e Yahoo! Mail) também aumentaram o espaço oferecido para seus usuários. Atualmente, o Google disponibiliza gratuitamente 7 GB para cada conta de e-mail.

Google estréia versão turbinada do Trends

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O Google estreou um novo serviço que permite aos usuários comparar que termos são buscados em quais regiões.

Chamado de Google Insights for Search, o produto é uma versão com mais recursos e capacidade de análise que o Google Trends, serviço que também permite cruzar informações de buscas e regiões.

No Insights for Search é possível definir um critério geográfico e analisar como determinado termo é buscado naquela região. Assim, em “Brasil” é possível ver a popularidade de cada termo Estado por Estado.

Quem buscar por “Linux”, por exemplo, verá que o termo é mais popular entre os internautas dos Estados do Norte e Nordeste. Já numa busca por Windows, aparecem nas primeiras posições São Paulo, Rio de Janeiro e um Estado do Norte, o Amazonas.

O Google Insights permite confirmar dados de interesse regional. Por exemplo, quem buscar “Corinthians” verá a palavra é mais buscada em São Paulo. Já “Flamengo”, no Rio de Janeiro.

O Insights usa uma base de dados mais ampla e tem mais recursos para refinar buscas que o Trends, explica o Google.

Orkut será controlado de BH - MG

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A retirada de páginas que contêm material ilegal como pedofilia ou tráfico de drogas da rede social Orkut, uma das maiores do mundo e responsável por aproximadamente 60% das denúncias de crimes na Internet no Brasil, deve ficar mais fácil a partir dos próximos meses. Ontem, a Google, proprietária da rede, anunciou que o controle do Orkut será transferido da Califórnia, nos Estados Unidos, para o escritório da empresa em Belo Horizonte, onde funciona o centro de engenharia do site de buscas Google no país. Atualmente, 53,94% dos cerca de 60 milhões de usuários da rede declaram nacionalidade brasileira.

O processo de transferência, segundo a Google, já está em andamento e deverá ser concluído em até dois meses.

O anúncio ocorre pouco mais de um mês depois de a empresa assinar Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Federal em São Paulo para a adoção de práticas que, se não acabam, ao menos reduzem a incidência de crimes nas páginas da rede.

Segundo o professor de direito da Universidade Católica de Salvador, Thiago Tavares Nunes de Oliveira, além de uma excelente notícia do ponto de vista econômico, com possível geração de empregos e investimentos, a transferência do controle da rede para o Brasil também deve facilitar a retirada de material ilegal do ar, assim como a identificação dos responsáveis pelos crimes.

Tavares é presidente da SaferNet Brasil, entidade dedicada ao combate a crimes na Internet e, atualmente, responsável, junto com engenheiros da Google, pelo desenvolvimento de ferramentas para identificar a retirar do ar perfis e comunidades do Orkut que contenham material ilegal - uma das iniciativas que constam no acordo com a Procuradoria da República.

Ele afirma que, apesar de algumas dessas ferramentas já estarem em funcionamento, a SaferNet ainda recebe média de 2.500 denúncias de crimes na Internet, 64% delas relativas à pedofilia. “Algumas denúncias são duplicadas, porque vários internautas visitam as mesmas páginas. Quando filtramos, chegamos a cerca de 500 páginas por dia, sendo que 300 delas estão no Orkut”, conta.

Agilidade. Segundo o professor, a transferência do Orkut para o Brasil pode agilizar ainda mais a retirada de material ilegal do ar. Hoje, após o recebimento da denúncia, a página sai da rede, em média, em 24 horas. “Antes, páginas com crianças sendo abusadas ficavam até três ou quatro semanas no ar”, observa. “De 2006 até meados de 2007, esse prazo ainda era superior a 15 dias, o que também é muito tempo”, acrescenta.

Sigilo. Esse tipo de levantamento feito pela SaferNet levou os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia do Senado a convocar a direção do Google no Brasil e quebrar o sigilo de 18 mil páginas do site de relacionamento - 1.400 comunidades e 16,9 mil perfis de usuários.

“Essa transferência do Orkut para o Brasil reforça a posição da empresa de colaborar com o combate ao crime, depois de três anos de resistência”, avalia, referindo-se às alegações da empresa de que o controle do Orkut estava nos Estados Unidos, o que impediria a retirada de páginas do ar, bem como a abertura de dados dos usuários. “É possível, inclusive, que (a transferência) agilize o desenvolvimento das ferramentas de controle, prevista para o fim do ano. Essa seria outra excepcional notícia”, conclui Tavares.

Google knol

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É, mais uma vez o Google mostra sua soberania, veja o que diz este noticiário:

Do Inglês knowledgement(de onde vem o knol), o Google Knol vem com a proposta de encorajar os usuários da internet à distribuir conhecimento (WIKIPEDIA???). Ou seja, com um login e senha, será possível criar artigos que estarão concentrados na Google e vão gerar uma ENORME base de conhecimento na WEB. A diferença é que você pode permitir anúnicios em seus textos. Como resultado, a receita gerada pelos anúncios será dividida entre a Google e o autor.

Sobre a idéia do projeto, nem preciso falar. Monetização é legal, não resta dúvida. Mas, e a Wikipédia? O futuro dirá….

Sabemos que o Google é inovador até em seu nome, mas, nem todo crescimento representa “amizade”, principalmente no que tange o mercado Web. Quando se cresce para um lado, joga-se no limbo alguém que estava ali - É o mercado - isto é nativo dele. Google cresceu e extirpou a Microsoft (msn marketing), Yahoo e os “outros falecidos”. Pena que agora o Google quer entrar em um “lugar que é a cara dele, mas NÃO É DELE!”. Wikipedia é bom, é simples, é completo, “é aberto”.

Bem, o que falar? Contemos os dias para ver “quem joga quem no limbo”!

fonte: http://fish.jpa.com.br/?p=146

Presidente do Google Brasil assina termo para combate a pedófilos no Orkut

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O diretor-presidente do Google Brasil, Alexandre Hohagen, assinou na manhã desta quarta-feira (2) um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que acaba com o embate judicial entre o Google e o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP). Por meio do termo, a empresa se compromete a adotar várias práticas contra a pedofilia no site de relacionamento Orkut.

“Vamos ter um ganho substancial no combate à pedofilia, porque 90% do que nós temos apurado em termos de pedofilia acontece no Orkut”, afirmou o relator da CPI. senador Demóstenes Torres (DEM-GO). O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), também comemorou. ”É uma vitória das crianças e uma derrota para os pedófilos brasileiros”.

O termo ainda coloca fim em uma ação civil pública proposta em 2006 contra a empresa, que a acusava de não colaborar com as autoridades bresileiras na investigação de crimes de pedofilia na internet.

Na última segunda-feira (30), o Google Brasil anunciou novas medidas de segurança e ferramentas tecnológicas que atendem aos pedidos feitos pela CPI da Pedofilia para que a empresa colabore com a investigação de supostos pedófilos em ação na rede social Orkut.

“Esperamos que, com a assinatura dos acordos, todos nós possamos
contribuir com as investigaçoes, entregando dados precisos às autoridades. Avançamos muito nas negociaçoes com o MP. Posso dizer que tenho hoje sensação de dever cumprido”, disse o diretor-presidente do Google Brasil, Alexandre Hohagen.
Entre as medidas, está o aumento do prazo de armazenagem de informações como os “logs” de acesso, que podem ajudar a localizar usuários, e de números de IP, que serão armazenados pelo Google por 180 dias, e não apenas 30. A empresa também promete habilitar filtros para impedir automaticamente a inclusão de material ilícito no Orkut e estreitar os canais de comunicação com a ONG SaferNet para acelerar a apuração de denúncias. Segundo a assessoria do Google, as medidas passaram a valer na terça-feira (1º).

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL632909-5598,00-PRESIDENTE+DO+GOOGLE+BRASIL+ASSINA+TERMO+PARA+COMBATE+A+PEDOFILOS+NO+ORKUT.html

Google e sua soberania virtual

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Mais uma vez, o Google mostra sua soberania, sem nem sequer fazer um piscar de olhos.

Fonte: http://fish.jpa.com.br/?p=16

Processo da Viacom contra o YouTube ameaça a liberdade na internet, diz Google

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RIO - O processo bilionário movido na Justiça dos Estados Unidos contra o portal de vídeos YouTube pode ameaçar a liberdade na internet, defendeu o Google, gigante que em 2006 adquiriu o serviço de vídeo mais popular da web. Os advogados do portal se manifestaram em juízo depois que a Viacom, gigante americana das comunicações, ameaçou expandir o pedido de indenização contra o portal de vídeos, alegando que conteúdos não autorizados são mantidos no YouTube, informaram as edições online dos jornais Washington Post e Telegraph nesta terça-feira.

Em 2007, a Viacom, que detém a MTV, a Dreamworks e a Paramount, entre outras empresas de entretenimento, deu início a um processo contra o Google e seu portal de vídeos YouTube pelo uso indevido e não autorizado de materiais protegidos por direitos autorais. O pedido de indenização é de US$ 1 bilhão. Como as empresas não chegaram a um acordo, a Viacom exigiu que o YouTube, e que pertence ao grupo Google, retire todos os vídeos de sua propriedade do ar depois que as empresas não conseguiram chegar a um acordo.

De acordo com os jornais, os advogados do Google registraram o manifesto em uma petição entregue a uma Corte de Manhattan na sexta-feira, dia 23, alegando que o processo “ameaça a forma que centenas de milhões de pessoas legitimamente trocam informações, notícias e se expressam política e artisticamente”.

No processo, a Viacom alega que a internet concentra “uma explosão de desrespeito aos direitos autorais”, comportamento liderado, segundo a empresa, pelo YouTube. A companhia alega que o processo foi iniciado porque o Google foi um dos únicos portais que não aceitou um “acordo justo de distribuição de conteúdo”. A Viacom alega que o YouTube descumpre o Digital Millennium Copyright Act (ato de direitos autorais para mídia digital para o Novo Milênio), assinado em 1998 e considerada a única legislação americana capaz de regular copyright na era da internet.

O fundador do YouTube, Steve Chen, vendeu o YouTube para o Google no fim de 2006 por US$ 1,65 bilhão.

fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/05/27/processo_da_viacom_contra_youtube_ameaca_liberdade_na_internet_diz_google-546524031.asp

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