Google e sua soberania virtual
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Mais uma vez, o Google mostra sua soberania, sem nem sequer fazer um piscar de olhos.
Fonte: http://fish.jpa.com.br/?p=16

Mais uma vez, o Google mostra sua soberania, sem nem sequer fazer um piscar de olhos.
Fonte: http://fish.jpa.com.br/?p=16
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A Microsoft planeja oferecer aos usuários da próxima versão do Windows sistemas de controle sensíveis a toques, afirmaram os principais executivos da empresa no final da terça-feira.
O presidente do conselho, Bill Gates, e o presidente-executivo, Steve Ballmer, mostraram alguns dos recursos baseados em software que a empresa chama de “multitoque” e que integrarão o Windows 7, a próxima versão do sistema operacional da Microsoft. Segundo Ballmer, a nova versão será lançada no final de 2009.
O recurso de usar o toque dos dedos para controlar um programa pela tela pode revolucionar a maneira pela qual os computadores e celulares são usados e servir como alternativa aos mouses, teclados e controladores em forma de caneta hoje utilizados.
Em uma entrevista conjunta que deu início à conferência “All Things Digital”, um evento de três dias promovido anualmente pelo Wall Street Journal para reunir a elite do setor de computação em Carlsbad, ao norte de San Diego, Ballmer disse que controles de toque são um exemplo de como a Microsoft pretende melhorar o Windows.
A Microsoft quer superar a Apple, que fez do comando por toque peça central no sucesso do celular iPhone, que vendeu 6 milhões de unidades em 11 meses de após o lançamento.
Depois de mais de uma década de lento desenvolvimento, disse Gates, novas maneiras de interagir com computadores, além dos teclados e mouses, agora estão maduras o bastante para uso comercial.
“Vivemos um momento interessante no qual quase toda a interação com o computador acontece via teclado e mouse atualmente e nos próximos anos o papel da fala, da visão, da tinta e de tudo isso se tornará enorme”, disse Gates.
Ele estava se referindo a tecnologias que oferecem ao usuário a capacidade de controlar computadores com comandos de voz, detectar e separar tipos diferentes de imagens e usar tinta eletrônica, em lugar de digitação para se inserir dados nos computadores.
Em uma demonstração das capacidades do Windows 7, a Microsoft exibiu um novo aplicativo chamado “Touchable Paint” que permite que os usuários utilizem seus dedos para pintar. A empresa também exibiu software de organização de fotos e de navegação por mapas que podem ser operados pelo toque.
fonte: http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRN2842350920080528

Nunca a internet gerou tantas disputas legais como agora. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que, no ano passado, 2.156 casos foram levados aos tribunais internacionais por causa de conflitos entre proprietários de endereços na web. Em 1999, apenas um caso desses havia chegado aos tribunais. Desde então, o Brasil, por exemplo, já entrou na Justiça com 102 casos, o que torna o País o 15º maior entre as vítimas de abusos de endereços na internet.
O registro de endereços na internet foi criado como uma espécie de registro de todos os sites do mundo. Mas, com a web se transformando em um gigantesco veículo de comunicações, personalidades, empresas, países e até times de futebol se deram conta de que seus nomes estavam sendo registrados sem sua autorização. Quando uma dessas pessoas ou entidade tentava criar um site, se deparava com seu nome já registrado, sendo obrigado a comprá-lo.
Em Genebra, porém, um tribunal foi estabelecido em 1999 para lidar com esses casos de abusos. Em menos de dez anos, as disputas pela marca na Internet explodiram. O tribunal, que foi instalado na Organização Mundial de Propriedade Intelectual, teve uma alta nos casos de 18% entre 2006 e 2007. Em relação a 2005, a alta foi de 48%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

RIO - O processo bilionário movido na Justiça dos Estados Unidos contra o portal de vídeos YouTube pode ameaçar a liberdade na internet, defendeu o Google, gigante que em 2006 adquiriu o serviço de vídeo mais popular da web. Os advogados do portal se manifestaram em juízo depois que a Viacom, gigante americana das comunicações, ameaçou expandir o pedido de indenização contra o portal de vídeos, alegando que conteúdos não autorizados são mantidos no YouTube, informaram as edições online dos jornais Washington Post e Telegraph nesta terça-feira.
Em 2007, a Viacom, que detém a MTV, a Dreamworks e a Paramount, entre outras empresas de entretenimento, deu início a um processo contra o Google e seu portal de vídeos YouTube pelo uso indevido e não autorizado de materiais protegidos por direitos autorais. O pedido de indenização é de US$ 1 bilhão. Como as empresas não chegaram a um acordo, a Viacom exigiu que o YouTube, e que pertence ao grupo Google, retire todos os vídeos de sua propriedade do ar depois que as empresas não conseguiram chegar a um acordo.
De acordo com os jornais, os advogados do Google registraram o manifesto em uma petição entregue a uma Corte de Manhattan na sexta-feira, dia 23, alegando que o processo “ameaça a forma que centenas de milhões de pessoas legitimamente trocam informações, notícias e se expressam política e artisticamente”.
No processo, a Viacom alega que a internet concentra “uma explosão de desrespeito aos direitos autorais”, comportamento liderado, segundo a empresa, pelo YouTube. A companhia alega que o processo foi iniciado porque o Google foi um dos únicos portais que não aceitou um “acordo justo de distribuição de conteúdo”. A Viacom alega que o YouTube descumpre o Digital Millennium Copyright Act (ato de direitos autorais para mídia digital para o Novo Milênio), assinado em 1998 e considerada a única legislação americana capaz de regular copyright na era da internet.
O fundador do YouTube, Steve Chen, vendeu o YouTube para o Google no fim de 2006 por US$ 1,65 bilhão.
fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/05/27/processo_da_viacom_contra_youtube_ameaca_liberdade_na_internet_diz_google-546524031.asp

O iPod e o iPhone podem funcionar no futuro com energia solar, sem depender de cabos e energias não-renováveis, graças a uma patente registrada pela Apple e divulgada nesta terça-feira pela imprensa dos Estados Unidos.
A Apple registrou uma patente para integrar células fotovoltaicas em aparelhos eletrônicos portáteis com telas de LCD. O texto do registro explica que “as células solares instaladas no aparelho forneceriam a energia elétrica necessária para recarregar as baterias”.
As células ficariam localizadas sob as telas de LCD –o que transforma o iPhone, cuja superfície está ocupada quase totalmente por uma tela tátil, num bom candidato a aplicação da tecnologia.
A Apple não realizou até o momento declarações sobre a nova patente. Em março deste ano, imagens de um hipotético “iPhone 2.0″ circularam na rede.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u405993.shtml
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A Microsoft anunciou ontem que começará a pagar aos usuários que começarem a usar o seu serviço de buscas na internet. A medida é uma nova tentativa da empresa de ganhar espaço no lucrativo mercado de publicidade on-line, que atualmente é dominado pelo Google, depois de não conseguir fechar a aquisição do Yahoo!.
O sistema da Microsoft, que só vale para residentes nos Estados Unidos, é bastante simples: ela pagará uma porcentagem do valor da compra dos usuários que utilizarem a sua ferramenta de comparação de preços (search.live.com/cashback). Quando acumular US$ 5, o usuário, que precisa se cadastrar no site da Microsoft, poderá pedir o reembolso. O percentual varia de acordo com o produto e o próprio site calcula o valor do reembolso.
“Nós queremos fornecer o melhor resultado em buscas”, afirmou Bill Gates, o presidente do conselho da Microsoft. “Isso [a ferramenta] está dando [aos consumidores] um motivo para usar uma determinada busca e ganhar algo em troca.”
Segundo a companhia, 700 empresas, como Sears e Barnes & Noble, participarão da ferramenta e mais de 10 milhões de produtos serão oferecidos.
O mecanismo não é novidade. A companhia usa a tecnologia do site Jellyfish –adquirido pela própria Microsoft no final do ano passado–, que tem um sistema de comparação de preços semelhante ao do brasileiro BuscaPé, só que pagando comissão aos consumidores.
Com o novo serviço, a Microsoft pretende atrair mais consumidores para o seu serviço de buscas e, conseqüentemente, para a publicidade ligada a essas buscas, que é hoje a maior fonte de renda dessas empresas. Atualmente o Google tem cerca de 60% do mercado de buscas nos EUA, e a Microsoft é apenas a terceira maior do setor, com quase 10% –o Yahoo! tem pouco mais de 20%, segundo a consultoria comScore.
Como parte do programa, a Microsoft também vai permitir que os anunciantes paguem pela publicidade somente quando for realizada uma compra, em vez de quando o anúncio é clicado. Para a companhia, esse modelo permite um retorno mais preciso do investimento.
“Nós acreditamos que o serviço de busca pode dar muito mais em troca para consumidores e anunciantes e enxergamos o reembolso pelo Live Search como uma importante oportunidade para oferecer algo mais”, disse Gates. “[O mecanismo] vai ajudar os anunciantes a conseguirem mais vendas on-line ao mesmo tempo em que dá aos consumidores uma nova maneira de “alongarem” o seu dinheiro.”
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u404380.shtml
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Um potencial acordo de parceria entre a Microsoft e o Yahoo revelado no final de semana pode se provar o ponto de partida de uma completa aquisição, afirmaram analistas nesta segunda-feira.
Analistas do UBS disseram em relatório que as discussões de negócios entre as empresas pode ser o prelúdio para uma eventual oferta de compra direta, porque é vital para a Microsoft adquirir o Yahoo em termos amistosos.
“Um acordo de curto prazo pode agir como um passo intermediário que avançaria na direção de experimentar novas águas”, escreveu o UBS.
A corretora colocou que a parceria Yahoo-Microsoft deve se focar em anúncios em buscas e será vista como uma alternativa para um cenário no qual o Yahoo terceirizaria para o Google parte de suas vendas de propagandas em anúncios web.
A Stifel Nicolas argumentou que a Microsoft pode estar procurando comprar a unidade de busca e propagandas em buscas do Yahoo, acabando por deixar o Yahoo independente porém menor, concentrado na exibição de anúncios e negócios em mídia de Internet.
Os analistas de Stifel, George Askew e Scott Devitt, alertaram que o Yahoo precisa chegar a um acordo, seja com o Google ou com a Microsoft, ou então enfrentar uma batalha pela maioria das ações com o investidor Carl Icahn, que procura estabelecer seus próprios candidatos no conselho do Yahoo.
Icahn lançou uma batalha na última quinta-feira com o intuito de substituir o conselho do Yahoo com diretores que reabririam negociações com a Microsoft, com a justificativa de que o Yahoo agiu irracionalmente ao recusar a oferta de 47,5 bilhões de dólares pela empresa.
Essa disputa “pode levar um impactado Yahoo para os braços da Microsoft” por cerca de 31 dólares por ação, afirmou a Stifel.
A Microsoft fez uma oferta de 31 dólares por ação em dinheiro e ações no final de janeiro. No início deste mês, a Microsoft discutiu elevar a oferta para 33 dólares, mas recuou na proposta depois que o Yahoo pediu pelo menos 37 dólares por ação.
Uma fonte próxima do bilionário investidor disse à Reuters no domingo, a medida da gigante do software para se aproximar do Yahoo está propensa a fazer Icahn pressionar o Yahoo para prosseguir com uma aliança com o Google.
Fonte: http://br.reuters.com
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A propaganda na rede mundial de computadores promete ser a vedete das campanhas eleitorais deste ano. Nos Estados Unidos, os pré-candidatos, com páginas repletas de recursos, usam e abusam da internet para divulgar suas propostas. (Leia mais: Obama foi o candidato que melhor usou os meios eletrônicos, diz especialista)
No Brasil, o uso de sites, chats, videos, blogs e afins ainda não é tão intenso, e esbarra nas restrições propostas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mesmo assim, a exemplo dos americanos, os políticos brasileiros começam a avançar no uso da ferramenta, e a internet deve ser utilizada como nunca nas eleições municipais, como afirma Leonardo Barreto, cientista político da Universidade de Brasília (UnB). (Artigo de leitor: eleições limpas na internet)
A internet está sendo apontada como vedete … Quem não entrar na rede, no futuro, vai sair perdendo
- A internet está sendo apontada como vedete, como um meio de comunicação poderoso. Isso se deve à força da ferramenta nas eleições americanas. A diferença é que lá a acessibilidade é de cerca de 58% da população, aqui, não chega a 10%. Mesmo assim, a tendência é que os nossos políticos apostem na internet, é o seu uso cada vez maior para fins eleitorais. Quem não entrar na rede, no futuro, vai sair perdendo.
O baixo custo da propaganda na internet, segundo o cientista político, ajuda a democratizar a propaganda eleitoral. Nesse ponto, os pequenos partidos, que não têm grande espaço na televisão e no rádio, podem se beneficiar. O vasto leque de possibilidades também desperta a atenção dos candidatos. Para o especialista, a possibilidade de interatividade com o eleitor na rede é um grande diferencial, pois minimiza a necessidade de grandes pesquisas para saber a opinião das pessoas.
Por outro lado, segundo Barreto, a ferramenta traz novos desafios, é mais competitiva, e ainda não há estudos na ciência política que avaliem o real impacto da propaganda eleitoral na internet nos resultados das eleições.
Na internet não há espaço para amadores, tem que ser competitivo. Não é tão simples
- O público da internet é mais seletivo, em geral, mais instruído. A internet tem um conteúdo infinito. Vale criatividade e conteúdo. Na internet não há espaço para amadores, tem que ser competitivo. Não é tão simples, não é só fazer um blog e achar que assim terá visibilidade. O candidato tem que aprender a usar as fórmulas para se destacar. O problema não é fazer, é fazer bem feito, essa é a questão - alerta Barreto.
Candidatos querem maior liberdade na rede
Diferentemente dos Estados Unidos, a liberdade da propaganda leitoral na internet no Brasil esbarra nas restrições impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com a resolução 22.718, a partir de 6 de julho, os candidatos podem manter apenas páginas oficiais, com domínio “.com.br” e “.can.br”. A medida é motivo de dúvidas entre os candidatos. No Rio de Janeiro, os partidos tentam, junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), assinar uma portaria para flexibilizar a lei .
- A discussão que os partidos estão trazendo é a seguinte: por que não haver uma liberdade maior na internet? Temos que criar regras que viabilizem o processo democrático. A internet é um instrumento mais barato, é impossível barrar esse processo. Muito mais difícil é a fiscalização - afirma o juiz Luiz Márcio Pereira, responsável pela coordenação-geral da fiscalização da propaganda eleitoral do TRE-RJ. (Ouça trecho da entrevista com o juiz)
De acordo com Pereira, tudo indica que o acordo entre partidos e o TRE-RJ será selado. Nesta terça-feira, os representantes partidários receberam uma minuta avaliada por membros do plenário do tribunal e pelo procurador regional, Rogério Nascimento.
- A portaria está prestes a ser assinada. A receptividade foi muito boa, todas as dúvidas já foram esclarecidas. Agora, é só aguardar a decisão dos partidos - disse o juiz.
Segundo Pereira, a fiscalização na internet é uma das maiores dificuldades do tribunal. Com a flexibilização, blogs, comunidades em sites de relacionamento, e páginas que apenas estejam disponíveis por meio de acesso do internauta, estariam liberados, o que facilitaria o trabalho do tribunal. Apenas páginas pagas e spams continuariam proibidos.
O cientista político da UnB é favorável à flexibilização:
É claro que tem que evitar propaganda invasiva, mas procurar limitar tudo será perda de tempo.
- A internet é, por excelência, um ambiente de liberdade de expressão. A intenção do TSE de fiscalizar é boa, mas duvido da sua capacidade de controlar o conteúdo que será postado na rede. É claro que tem que evitar propaganda invasiva, mas procurar limitar tudo será perda de tempo. Acho difícil controlar, a não ser que se monte uma estrutura chinesa para isso. Agora, nada impede que se crie um código de ética para indicar formas de bom uso da internet, mas algo que limite o eleitor é uma bobagem.
Eleitor é a principal fonte de denúncias de propaganda irregular
Diante da dificuldade de acompanhar o vasto conteúdo da rede, a população é a principal fiscalizadora. De acordo com Luiz Márcio Pereira, as irregularidades na rede podem ser denunciadas no item ‘fale conosco’, na página do TRE , ou através do telefone da corregedoria do tribunal, também disponível no site. O juiz espera que até 6 de julho, quando começa o período de propaganda eleitoral, o TRE crie um canal único de denúncias. As zonas eleitorais de todo o país também recebem as informações.
No Ministério Público, segundo o procurador Marcos Ramayana, as denúncias também podem ser feitas no próprio site. No ícone PGE eleitoral (de Procuradoria Geral Eleitoral), está item ‘Como denunciar’ , com links para as procuradorias de cada estado.
Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/05/16/internet_mais_uma_aposta_dos_candidatos_para_propaganda_eleitoral-427413185.asp
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O Google apresentou nesta segunda-feira o Google Health, um serviço de informações sobre saúde que combina o mecanismo de busca da empresa líder da Internet com um registro sobre a saúde pessoal do usuário.
O serviço protegido por senha, que pode ser encontrado no www.google.com/health/, fornece um perfil personalizado para usuários do Google com seu histórico médico e reúne informações relevantes sobre as condições médicas do usuário.
A ferramenta ainda inclui um link para ajudar usuários a encontrarem médicos por localização ou especialização. A “caixa de remédios virtual” avisa os pacientes quando eles precisam tomar remédios e as possíveis interações entre diferentes medicamentos. Usuários também podem importar registros médicos se estes estiverem disponíveis em formato digital.
O serviço inclui links para a maioria das cadeias de farmácia, médicos e hospitais.
Autoridades em Mountain View anunciaram o serviço que já havia sido antecipado durante uma coletiva para discutir o desenvolvimento do sistema de busca da empresa.
“Se alguém pode demistificar o que é saúde, e tornar isso divertido… o Google pode”, disse Dr. Michael Roize, vice-presidente de bem estar da Cleveland Clinic, durante coletiva na sede do Google.
Fonte: http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRN1942770620080519
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A pirataria de software gerou prejuízos de 1,6 bilhão de dólares ao Brasil no ano passado e atingiu quase três em cada cinco computadores do país (59%), revelou a pesquisa da Business Software Alliance (BSA) em parceria com a Associação Brasileira das empresas de Software (Abes) e a consultoria IDC.
Segundo o levantamento, o índice representa queda de um ponto percentual frente a 2006, quando o índice de pirataria chegou a 60%. O pico do Brasil em pirataria de software aconteceu em 1989, quando 9,1 dos computadores em operação – em cada 10 – tinham programas falsificados.
No ranking global, no qual o primeiro colocado é o país com maior índice de pirataria, o Brasil aparece na 61ª posição. Os países que lideram a lista são a Armênia, com 93% de software pirata, Bangladesh e Azerbaijão, com 92%. Os Estados Unidos são o país com menor índice de pirataria (20%), mas em virtude do tamanho do mercado de software, é a nação com maiores prejuízos: 8 bilhões de dólares.
Segundo Emílio Munaro, coordenador do grupo de trabalho antipirataria da Abes, o maior desafio do Brasil é fazer com que o índice continue sua trajetória decrescente ao mesmo tempo em que o setor cresce. No ano passado, o mercado de software cresceu cerca de 22%.
“Seria o equivalente a uma pessoa que começa a fazer regime. No começo, a perda de peso é mais fácil. Com o passar do tempo, sustentar esse ritmo de queda é que é difícil”, compara.
Os benefícios econômicos obtidos com queda gradual da pirataria são evidentes, segundo estudos das instituições. Caso o país reduza o índice para cerca de 50%, serão abertos cerca de 11,5 mil novos postos de trabalho. As receitas adicionais para a indústria local somarão 2,9 bilhões de dólares e a arrecadação governamental chegará a 389 milhões de dólares.
Pirataria é maior entre ricos
Os principais consumidores de produtos pirata no Brasil atualmente pertencem às classes A e B – que respondem por 82% desse mercado. Para a Abes e BSA, isso significa que não é apenas a questão de preço do software que fomenta a pirataria, mas também aspectos culturais. As organizações defendem que são necessárias iniciativas em três frentes: ações de natureza econômica, educacionais e também repressivas.
Pelo lado econômico, a organização pleiteia incentivos junto ao governo federal para reduzir a carga tributária incidente sobre o software. Um software no Brasil recebe, em média, uma carga de 45% sobre seu valor somente em impostos. As iniciativas educacionais se concentram na realização de palestras sobre propriedade intelectual em escolas do país e as de repressão são referentes ao treinamento de policiais e agentes públicos para coibir o comércio de software pirata. No ano passado, foram 718 ações policiais que resultaram na apreensão de 2,2 bilhões de CDs com programas piratas.
É grande também o volume de pirataria entre empresas. Existem cerca de 500 processos judiciais em andamento contra empresas no país pelo uso de software pirata.
“Geralmente fazemos a fiscalização e, caso constatamos o uso de software pirata pela empresa, propomos um acordo – que prevê o pagamento de uma multa que pode chegar a 3 mil vezes o valor da licença -, a eliminação do software pirata e a regularização do parque. Mas no caso de quem não aceita o acordo, partimos para os processos judiciais”, afirma Munaro. A multa é paga ao fabricante que teve o software pirateado e, pelos termos do acordo, a empresa pode voltar a ser fiscalizada periodicamente.
O mercado de pirataria atinge, no mundo, cerca de 560 bilhões de dólares, e supera o faturamento do narcotráfico, de 322 bilhões de dólares, segundo números da Interpol. “A explicação é que a pirataria hoje é um crime de menor risco e com maior lucro do que o das drogas”, resume Munaro.
fonte: http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/m0159526.html
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| Sistema operacional patrocinado pela empresa ganha versão Live USB |
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A Red Hat anuncia o lançamento do Fedora 9, sistema operacional de código aberto patrocinado pela empresa e desenvolvido pela comunidade de software livre. Entre os recursos da nova versão, que tem ciclo de atualização de seis meses, destaca-se o Live USB, modo de executar o programa por meio de um dispositivo externo, sem que seja preciso fazer a instalação diretamente na máquina. Não que seja novidade este tipo de recurso: a versão mais recente do Ubuntu, sistema operacional livre distribuído pela Canonical, também possui uma opção Live, que roda a partir de um CD. Trata-se, claramente, em ambos os casos, de uma maneira de incentivar a adoção entre usuários inexperientes ou que tenham pouco conhecimento do mundo do código aberto. Segundo a Red Hat, o Fedora 9 consiste na primeira grande distribuição baseada em KDE 4. O projeto também ganhou melhorias para o Open JDK, e GNOME 2.22, NetworkManager, PackageKit, o instalador Anaconda e o Firefox 3 Beta 5, entre outros. David Barzilay, gerente de marketing da Red Hat Brasil, afirma que o Fedora 8 atingiu dois milhões de usuários no mundo, sendo mais de 100 mil no País. A companhia declara que a versão 8 obteve um número de downloads 35% maior que a precedente. “A expectativa é continuar o crescimento exponencial”, diz Barzilay, pontuando a atratividade dos recursos para usuários finais. As melhorias e novos recursos que o Fedora ganha são importantes para a companhia no sentido da sinergia que o sistema operacional tem com o Red Hat Enterprise Linux, distribuição voltada ao mercado corporativo, que tem um ciclo de atualização mais longo, e sobre o qual a Red Hat sustenta seu negócio, com a prestação de serviços de desenvolvimento e suporte - já que o modelo de código aberto não gera receita de licenças. Dança das cadeiras Paul Cormier, desde 2001 Vice-Presidente executivo de engenharia da Red Hat, torna-se vice-presidente executivo e presidente de produtos e tecnologias. E Charlie Peters amplia seu cargo de Chief Financial Office (CFO), para cuidar também de operações e TI. A direção do projeto Fedora se reuniu no último dia 11 e decidiu remover o suporte aos CODECs não-livres da Fluendo da configuração do Codeina (ou “CodecBuddy”) para o Fedora 9, em uma grande mudança em relação ao Fedora 8. O CODEC de MP3 livre (embora patenteado) da Fluendo continuará suportado. A medida encontrou simultaneamente apoio e oposição na comunidade. Saiba mais (lwn.net). http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=47955 Para baixar o novo fedora siga o link abaixo: |
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Um pirata virtual conhecido como “rei do spam” e um parceiro foram condenados pela Justiça federal dos Estados Unidos a pagarem, juntos, US$ 230 milhões ao MySpace (R$ 382,72 milhões) –estima-se que essa é a maior indenização do mundo por esse tipo de prática.
Apesar de, em geral, as empresas demorarem muito tempo até receberem esse tipo de quantia, o julgamento foi considerado uma vitória pelo MySpace. A expectativa é que o fato coiba a ação de “spamers” no site.

“Qualquer pessoa que esteja pensando em enviar um spam vai dizer ‘Oh, é melhor não fazer isso”, afirma o chefe de segurança do MySpace, Hemanshu Nigam. “Spamers não gostam de ser processados. Eles estão lá para ganhar dinheiro. É nosso trabalho dar um aviso para que eles parem”.
O juiz Audrey B. Collins, de Los Angeles, deu ganho de causa ao MySpace na segunda-feira (12), depois que os acusados, Sanford Wallace e Walter Rines, não compareceram a um depoimento no tribunal.
Wallace ganhou o apelido de “rei do spam” e “Spamford” ao chefiar uma empresa que enviava mais de 30 milhões de e-mails com lixo eletrônico por dia nos anos 90. Ele deixou a empresa, chamada Cyber Promotions, respondendo a processos impetrados por grandes provedores de internet como a AOL.
Nigam afirma que Wallace e Rines criaram suas próprias contas no MySpace ou usaram profiles já existentes ao roubar senhas de outros usuários por meio de golpes como ” phishing scan” –envio de e-mails ou mensagens que buscam obter dados pessoais dos usuários.
“Veja vídeo”
Eles, então, mandaram e-mails para outros membros da rede social –a mensagem pedia que os internautas assistissem a um filme em outro site. “Quando você chegava lá, eles ganhavam dinheiro ao tentar vender alguma coisa, ou ganhavam dinheiro por meio dos cliques [dos internautas], ou vendiam ‘ringtones”, diz o executivo.
De acordo com o MySpace, a dupla enviou mais de 730 mil mensagens para usuários do MySpace –muitos deles acabavam adicionando os spamers como amigos, dando a perfil deles um “ar de legitimidade”,
Por uma lei anti-spam dos Estados Unidos conhecida como CAN-SPAM, cada infração dá direito de US$ 100 ao MySpace, multa que é triplicada quando as mensagens são enviadas intencionalmente. No cálculo da indenização, foi levada em conta também a ocorrência desse crime segundo outras leis do país, incluindo a legislação da Califórnia, e os custos do processo.
John Levine, integrante da instituição Coalition Against Unsolicited Commercial Email, afirma que antigos processos envolvendo spam resultaram em multas de, no máximo, dezenas de milhões de dólares.
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O mercado brasileiro de computadores pessoais (PCs) negociou 2,5 milhões de novas unidades no primeiro trimestre deste ano, o que representa um crescimento de 25,6% sobre o mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte de um estudo contratado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) junto à consultoria IT Data. A previsão é de que o setor termine o ano com um crescimento de 17% sobre o ano passado.
O estudo da entidade aponta que as vendas de PCs atingirão 11,7 milhões de unidades em 2008. Tanto o segmento doméstico, principalmente as classes B e C, que ainda estão adquirindo o seu primeiro PC, quanto o mercado corporativo, que deverá renovar sua base instalada, apresentarão um bom desempenho em 2008, explicou o presidente da Abinee, Humberto Barbato.
A associação estima ainda que o mercado de desktops (computadores de mesa) cairá 2% este ano, enquanto que o de notebooks (computadores portáteis) crescerá 98%. Dados do Ministério do Trabalho indicam que nos primeiros três meses deste ano foram criados mais de 550 mil postos de trabalho com carteira assinada. E, a cada 2,7 empregos gerados, as empresas adquirem um PC, segundo a IT Data.
O estudo do mercado de PCs mostra que as vendas de desktops alcançaram 1,8 milhão de unidades no primeiro trimestre, o que representa um crescimento de 5,8% sobre o primeiro trimestre de 2007. Comprovando a tendência de migração, o mercado de notebooks alcançou 664 mil unidades de janeiro a março, 165% superior ao mesmo período de 2007, passando a representar 26% do mercado de PCs. A estimativa da Abinee para 2008 é que, até o final do ano, este porcentual atingirá 32,4%.
A participação do mercado ilegal de desktops cresceu de 29%, no quarto trimestre de 2007, para 32%, no primeiro trimestre do ano. Para o presidente da Abinee, a greve dos auditores da Receita Federal favoreceu este crescimento, em razão da retenção de componentes oficiais nas alfândegas. Já o mercado ilegal de notebooks apresentou redução de 37%, no quarto trimestre de 2007, para 34%, nos primeiros três meses do ano.
fonte: http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=884586

O projeto “Um laptop por criança” (OLPC, na sigla em inglês), responsável pelo computador de US$ 100, está prestes a descobrir se a Microsoft, o rival que o grupo sem fins lucrativos um dia ridicularizou, é a solução para seus problemas de distribuição do laptop educacional para crianças.
A empresa de Bill Gates e a organização sem fins lucrativos anunciaram nesta quinta (15) que o portátil XO vai funcionar também com Windows, além do sistema operacional original do laptop, baseado em Linux.
Nicholas Negroponte, fundador do projeto - que pretende vender os laptops por US$ 100, mas por enquanto os vende por US$ 188 - reconheceu que oferecer o Windows como segunda opção de sistema operacional pode convencer ministros da educação que não estavam confiantes com o Sugar, baseado em Linux. A OLPC previa a venda de milhões de laptops até agora, mas tem apenas cerca de 600 mil pedidos.
A partir do próximo mês, quem comprar o XO poderá escolher entre versões com ou sem Windows. Laptops com o sistema operacional da Microsoft vão custar até US$ 20 a mais - US$ 3 pelo Windows e o restante para cobrir despesas como ajustes de hardware, como uma entrada a mais de memória para possibilitar o funcionamento do Windows.
Em breve, Negroponte espera vender apenas um tipo de laptop, com os dois sistemas operacionais instalados no formato “dual-boot”. Assim, cada vez que liga o computador o usuário pode escolher qual sistema usar. Esses computadores devem custar cerca de US$ 10 a mais que os comercializados hoje.
“Acho que nossas chances aumentam dramaticamente com a parceria com a Microsoft porque vamos atingir muito mais crianças”, disse Negroponte.
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O Núcleo de Computação da Universidade Federal do Rio de Janeiro inaugurou, nesta segunda-feira, o Netuno, considerado um dos mais potentes computadores de alto desempenho.
Segundo informações, o equipamento, que custa cerca de R$ 5 milhões, tem 256 nós de cluster - Marca Dell, cada um com dois processadores de quatro núcleos Intel de 2.6 GHz, e beneficiará, além da UFRJ, outras quatorze universidades brasileiras que compõem as Redes Temáticas de Geofísica Aplicada e de Modelagem e Observação Oceanográfica, por apoio da Petrobras.
Além dos 256 servidores Dell - Intel, o Netuno conta com outros 4 nós sendo de dois processadores quad-core AMD de 2.0GHz por nó.
Por sua capacidade de processamento, o supercomputador foi inscrito no ranking mundial das 500 maiores máquinas de processamento paralelo. Segundo os técnicos envolvidos neste projeto, o cluster instalado tem desempenho estimado para se classificar entre os 100 do ranking mundial. O Brasil é representado atualmente neste ranking por um único cluster de alto desempenho, que está na 451ª posição.

Antes com estratégia de exclusividade com as operadoras para a venda do iPhone, a Apple anunciou ontem acordo com novas empresas para vender o iPhone da Índia (Bharti Airtel) e Austrália (Optus). A Vodafone já tinha acordo para vender o aparelho nos países. Também foi acordada a venda em Cingapura (SingTel) e Filipinas (Globe Telecom).
O iPhone está esgotado nas lojas da web da Apple, gerando especulação de que um novo modelo, com acesso mais rápido à web, será lançado. A empresa não confirmou.
No Brasil, sem sequer estar oficialmente no país, o iPhone já é responsável por 56% das conexões de internet via celular no mês de abril.
Segundo a Predicta, houve 311,76 mil acessos à web via celular, quase 175 mil pelo iPhone. Para a diretora de estratégia e inteligência da consultoria, Claudia Wood, o aparelho está ajudando a popularizar a internet no celular por ser mais fácil e parecido com o computador.
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Lançada nova versão do OpenSolaris, que trouxe uma série de novos recursos. Esta versão está bastante amigável, sem contar que já tem incluso firefox e thunderbird. Este S.O. é uma versão gratuita do poderoso Solaris, da empresa Sun, sendo uma iniciativa para o uso do mesmo.
Para baixar a nova versão acesse:
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Foi lançada recentemente uma nova versão do OpenBSD. Além de muitas otimizações, os principais novos recursos são:
GNOME 2.20.3,
GNUstep 1.14.2,
KDE 3.5.8,
Mozilla Firefox 2.0.0.12,
Mozilla Thunderbird 2.0.0.12,
MySQL 5.0.51a,
OpenMotif 2.3.0,
OpenOffice.org 2.3.1,
PostgreSQL 8.2.6,
Xfce 4.4.2.
As notas sobre este S.O. estão descritas nos links abaixo:
http://marc.info/?l=openbsd-announce&m=120959605703777&w=2
http://www.openbsd.org/43.html
O link para download do OpenBSD 4.3 encontra-se abaixo:
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